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Chegou na porta. Baixou o olhar. Suspirou. Levantou a mão. Ia bater, mas a porta se abriu. Sorrisos.

Foi tapando os buracos como podia. De cara, Noé se arrependeu de levar o casal de pica-paus na arca.

Na polícia, as perguntas. Se pudesse voltar atrás, não teria se casado com ele e com suas confusões.

Equilibrou-se em cima do parapeito. Vento no rosto. Lembrou-se do sorriso do caçula. Chorou. Desceu.

CLASSIFICADO: "Troco dez anos de horas extras e premiações por seis dias dedicados à minha família".

CLASSIFICADO: "Procuro Eva, amor infantil. Última vez vista: na rodoviária, chorando minha partida."

Sem muros, nem portas, nem correntes. Ainda assim, a alma dela estava trancada no pior dos cárceres.

Por vinte minutos, falou ao patrão tudo o que queria. O chefe disse apenas uma palavra: “despedido”.

Jornada: seis dias de trabalho por um de repouso. Concluiu o mundo, mas jurou não persistir no erro.

Beijou a esposa apaixonadamente. Depois de algum deslize, o seu amor era intensificado pela culpa...

Enter. Depois de suspiros, o arrependimento. Disse naquele e-mail o que não falou em anos de namoro.

Tragou e soltou a fumaça lentamente. Escutou um tossido da filha. A culpa apagou a vontade de fumar.

Acariciou e beijou a face negra do bebê. Intolerância no passado, perdão no presente. "Meu netinho!"

Abandonou a carreira por um amor. Abandonada, correu de volta, mas a carreira já não estava mais lá.

Segundo a profecia, o mundo acabaria à meia-noite. No dia seguinte, o pesar pelo sexo com o cunhado.