Sem fórmula para a viralidade facebookiana

Sinceramente não entendo como algumas coisas sem conteúdo fazem um sucesso tremendo nas redes sociais, como a lazarenta da Luisa que voltou do Canadá famosa pacaray ou a morfética da Rita, que era culpada até pelo metrô lotado.

Nós, escritores, tentamos a (quase) todo custo divulgar nossos livros de modo que boa parte dos leitores se interesse a lê-los.

Eu, por exemplo, que escrevo nanocontos, preparei mais de quarenta memes (como esses à direita) para serem compartilhados no Facebook. Achei que aliar microliteratura à linguagem facebookiana poderia gerar de centenas a milhares de compartilhamentos, uma vez que besteiras sem conteúdo ganham milhões de compartilhamentos.


Ledo engano do Rossatto. Cada meme que criei tem, no máximo, vinte compartilhamentos. Inicialmente fiquei frustrado, mas agora estou mais conformado, pois não há fórmula para a viralidade nas redes sociais.

Por esta razão, vou arduamente divulgar meus nanocontos, fazendo testes, vendo o que funciona. E você que gosta de meus nanocontos (pelo menos eu espero isso ...rs) pode me ajudar a, pelo menos, TENTAR viralizar esse projeto. Enxergo, pelo menos, duas formas para isso:

(1) Acessar o álbum de memes na página do Cem Toques Cravados e compartilhar os que você mais gostar;

(2) Enviar por e-mail aos amigos os memes de que mais gostar.

 Agradeço muitíssimo a boa vontade de não me xingar ou dizer “não quer mais nada, né?”. E também agradeço se me ajudar a fazer do CEM TOQUES CRAVADOS uma nova febre no Facebook (já ficarei feliz se for uma enxaquecazinha).

2 comentários:

Aline disse...

Eu tenho colaborado!!! Ainda não compartilhei todos nem todos os dias, mas alguns já foram divulgados, inclusive por trabalho em Faculdade. Desejo que seja uma febre de 40°, pois vale muito a pena ler o seu trabalho. Beijinhos

André Vianna disse...

Pelo que percebo, no Facebook, para se tornar um viral o material normalmente carrega certa dose de romance ou humor, sendo que o humor quando sutil é mais difícil de "pegar".

Não sou mestre do assunto nem nada... É só a minha opinião.

Obs: O seu nanoconto trocando o coração por uma pedra segue mais ou menos essa linha.

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